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Prezado Participante do Plano de Previdência Eletros (BD/Eletrobras)

Insensibilidade decepcionante

Para nós, participantes do plano de previdência Eletros, em especial os denominados BLINDADOS, a ideia da patrocinadora de criar o Plano “CD 1” (seus dirigentes de então) mostra bem, e mais uma vez (lembremo-nos do ocorrido em 2006), não só a sua intenção de cumprimento prioritário de uma meta numérica de redução de passivos, mas, também, a sua insensibilidade em cindir a reserva atuarial do sexagenário Plano BD, supridor de muitas famílias de titulares idosos (aqueles que a ela dedicaram grande parcela de suas vidas), com tamanha indiferença quanto ao que poderá acontecer, doravante, com esse universo de pessoas, dentre as quais se encontra bom número delas (seres humanos) bem doentes e até com alguma incapacidade (cardíacos, depressivos com problemas físicos e outras insuficiências de trato oneroso, financeiramente falando)

A despeito disso, vamos seguindo com bom senso, cuidado e fé, de modo a podermos tomar uma segura e adequada decisão para o nosso derradeiro conforto! A nossa Eletros segue na sua escalada semanal (live), em obediência ao comando da patrocinadora, tentando de toda forma e maneira explicar o inexplicável, usando um linguajar técnico do seu domínio (de pouco ou nenhum trato pela maioria dos assistidos) e algumas afirmações absolutamente desnecessárias nas atuais circunstâncias, buscando demonstrar um equilíbrio naquilo que transmite e, de certa forma, carregando o que pode em favor e defesa das incertezas de se sagrarem vencedoras as causas em andamento na justiça: seja a da APEL ou as individuais dos participantes, insatisfeitos com aquilo que os vem atingindo. É lamentável, ao que nos estão submetendo nessa fase crucial de nossas vidas!

Como podemos avaliar, abstraindo-nos de nossas ansiedades e emoções, de um jeito ou de outro estamos sob ameaças. Ameaça de termos que abrir mão de um Plano que nos garante (desde a sua origem - o BD) uma renda vitalícia, por um desconhecido, experimental e inoportuno Plano de aplicação no mercado financeiro (o “CD 1”); ameaça de termos de abrir mão de nossos direitos e de desistir da Ação que nos tem garantido os nossos ganhos mensais até ao momento, caso optemos por migrar; ameaça de enfraquecermos o Eletros-Saúde - em eventual perda de nossa capacidade financeira. Detalhe: como já alertamos, a desistência de quaisquer de nossos direitos e das Ações judiciais em curso, tem caráter irretratável e irreversível e é uma das exigências para a migração, conforme termos do §1º, do Artigo 80 do novo Regulamento do Plano BD, aquele que apagou o Art. 61 do Plano BD original, pelo qual fomos impelidos a recorrer à justiça e já com vitória sentenciada em 1ª Instância.

Busquemos em Deus a sustentação, o equilíbrio e a força que o momento e o nosso emocional requerem!

A indecisão não pode preponderar em nós! Analisemos com clareza e determinação a situação em que nos estão envolvendo, reflexo de uma desprezível e decepcionante insensibilidade praticada contra nós - impiedosamente - e que pode nos render um terrível desgaste no demandar de nossas vidas. Não podemos nos iludir, a essa altura dos acontecimentos, aceitando argumentações desprovidas de verdades que nos favoreçam, animem e protejam. Um lembrete oportuno: A MIGRAÇÃO NÃO É OBRIGATÓRIA, assim, aos que não pretendem migrar, nenhuma ação cabe proceder junto a Eletros!

Não nos iludamos! O “CD 1” (originalmente) não foi pensado e criado por luminares da patrocinadora para nos beneficiar. Ele está sendo um meio, uma alavanca para atingir ao fim por ela planejado, qual seja: banir de seus registros (também dos da Eletros) quaisquer responsabilidades para com o ancião (sessentão) Plano BD, cumprindo desse modo, com aplausos de seus iguais insensíveis, a meta tão almejada! Quanto aos velhinhos do BD: que se acomodem como puderem, chorem de tristeza, ecoem os seus brados de socorro, onde e a quem for possível! Que rica tristeza a nos envolver! Quanta insensibilidade!!!

Desculpem-nos pela emoção, mas por tudo isso que estamos passando a sensação que temos é de estarmos no topo da ladeira sobre o penhasco. No entanto, unidos e com toda a fé, esperança e crença na Misericórdia de Deus, superaremos essa tormenta! Vamos em frente, com a nossa bagagem carregada de Fé!

Assim, continuo firme na minha decisão: NÃO À MIGRAÇÃO para o “CD 1”!

Rio de janeiro,17 de janeiro de 2022

Ari Barcelos da Silva.

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APEL Notícias nº 161 Novembro/2020


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