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Por onde anda...........


jerzy_lepecki

 

Jerzy  Lepecki nasceu na Polônia e, aos dez anos, durante a Segunda Guerra Mundial, veio para o Brasil com a família. Estabeleceram-se primeiramente em Curitiba e, mais tarde, em Belo Horizonte, onde ele completou seus estudos em Engenharia Civil na Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG.

Embora formado em engenharia civil, o Lepecki sempre esteve mais interessado em geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, tanto que lecionou essas cadeiras na Escola de Engenharia da UFMG.

Sua vida profissional começou na CEMIG, e depois seguiram-se  CELPA e FORLUZ, onde ele ocupou o cargo de presidente, e CESP, onde foi diretor.

Em 1973 veio para a Eletrobrás. Logo engajou-se no projeto de criação do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - CEPEL, que ele considera como sua maior realização profissional e ao qual dedicou dezessete anos de sua vida. Ele tem orgulho e se sente um privilegiado por ter sido um dos fundadores  do CEPEL,   acompanhando desde a sua implantação  até a plena atividade.

Ressalte-se, ainda, a importante participação do  Lepecki no CIGRÉ Internacional, entidade especializada em sistemas de transmissão, que completará em breve noventa anos e que conta com mais de setenta países associados.Ele ocupou, inclusive, a presidência do CIGRÉ.

Após sua aposentadoria em 1991, o Lepecki continuou contribuindo com sua experiência ao Setor Elétrico, na forma, entre outras,  de membro do Conselho  da Fundação Universitária José Bonifácio da UFRJ, idealizada pelo Ministro Antônio Dias Leite e criada com o objetivo de supervisionar as empresas participantes do CEPEL.

Fora do Setor Elétrico, foi marcante sua cooperação com o Instituto Brasil Estados Unidos – IBEU, do qual foi diretor presidente de 2000 a 2006 e presidente do Conselho Deliberativo de 2006 a 2009.

E por onde anda o Lepecki?

A APEL foi ouvi-lo.

Atualmente, o  Lepecki continua muito atuante: é membro do comitê para a preparação do livro sobre a história do CIGRÉ Internacional, nos moldes do livro que ele já produziu para o CIGRÉ Brasileiro.

Casado desde 1954, o  Lepecki tem três filhos e seis netos. Ocupa-se em ler muito e escrever, principalmente sobre as suas memórias. O primeiro livro de memórias publicado "Aniversário-História de uma viagem e suas circunstâncias" descreve sua vinda para o Brasil quando menino.

Está entre seus planos escrever sobre as empresas em que trabalhou e continuar narrando suas memórias, o que de fato deverá ocorrer, porque ele continua  bastante ativo e com muita disposição para a vida.



Brito

 

O Dr. José Marcondes Brito de Carvalho, o Dr. Brito como todos o chamavam, ocupou a Diretoria de Operação de Sistemas - DOS - da ELETROBRAS de 1974 a 1990, fato que considera sua maior conquista profissional. Durante esse período, acompanhou a criação, implementação e operação do SINSC, que englobava sistemas reconhecidos como antecessores do atual Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS.

O que estaria fazendo hoje o Dr. Brito?

A APEL foi ouvi-lo.

Nascido em Brazópolis, ao sul do estado de Minas Gerais, o Dr. Brito, por influência do seu pai, foi estudar Engenharia Eletrotécnica (na época curso oferecido pela renomada Escola Federal de Engenharia de Itajubá - EFEI) em Itajubá, próxima à sua cidade natal. Tal decisão deveu-se principalmente a dois fatores: a proximidade de casa tornava o curso menos dispendioso e, como era portador de bronquite grave, ficava mais fácil o acompanhamento por seus pais do seu estado de saúde.

Recém formado, o Dr. Brito começou a trabalhar na CHESF. Outras experiências profissionais se seguiram, mas a mais marcante, tanto na sua vida pessoal como na sua vida profissional, foi o período em que o Dr. Brito participou de um programa de treinamento na França, durante o qual ele aprofundou o conceito da operação interligada.

Conhecendo Paris neste período, a cidade tornou-se a sua favorita, fora do Brasil, a ponto de a comemoração dos seus 50 anos de casado ter sido lá.

Para o Dr. Brito, seu maior desafio profissional foi, sem nenhuma dúvida, o SINSC, quando ele teve que superar obstáculos de várias naturezas e encontrar apoio financeiro para todas as fases do projeto.

Hoje em dia, o Dr. Brito atua como engenheiro consultor sênior. Seus trabalhos recentes envolvem estudos de alimentação do sistema operacional para avaliar o impacto de novas instalações.

Como se vê, continua uma pessoa muito ocupada, apesar dos seus quase 80 anos, mas também muito dedicada à família, que ele considera a base de tudo.

Dr. Brito, e o Senhor tem hobbies?  "Meu hobby é o trabalho".



Antonio_Holtz  

Antonio Carlos Tatit Holtz nasceu em Itararé, cidade do Estado de São Paulo, próxima à divisa com o Paraná, de uma família pequena, apenas uma irmã, e teve o sonho, desde criança, de se tornar engenheiro. Mudou-se para a cidade de São Paulo ainda nos tempos de colégio e cursou mais tarde Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Em 1964, já em Curitiba, ao mesmo tempo em que trabalhava no Centro de Hidrologia da Universidade Federal do Paraná e da Copel, dava aulas na Escola de Engenharia.

Em uma ocasião em que estava na França, a serviço, recebeu convite para trabalhar na OEA em Washington, onde esteve por mais de um ano.

A essa época, o Presidente da Eletrobras, Maurício Schulmann, e seu Diretor de Planejamento e Engenharia, Leo Amaral Penna, desenvolviam estudos sobre recursos hidroelétricos no Brasil. Convidado, o Holtz voltou dos Estados Unidos e, em janeiro de 1970, ingressou na Eletrobrás como técnico e, após uma muito bem sucedida carreira, foi eleito Diretor de Planejamento e Engenharia em 1983.

Durante seu período na Eletrobras, o Holtz considera como suas maiores realizações: enquanto técnico, os contatos feitos com argentinos e paraguaios que levariam aos estudos e convênios que viabilizaram a construção de Itaipu sem grandes atritos políticos e, mais tarde, como diretor, a consolidação do planejamento energético do Brasil e o estabelecimento da coordenação dos estudos ambientais no setor elétrico.

Após 20 anos de Eletrobras, em janeiro de 1989 o Holtz foi cedido ao Ministério das Minas e Energia. Como Secretário Geral, exerceu por várias vezes o cargo de ministro interino até 1990, quando foi designado diretor-geral do DNAEE.

Exerceu ainda o cargo de Diretor da Eletronorte e prestou serviços à OLADE em Quito, Equador, e ao BID, em Washington.

Ainda hoje muito atuante, o Holtz é consultor do BID para assuntos de infraestrutura, de recursos hídricos para a ANA e para a USP e do Ministério das Minas e Energia, onde trabalhou para o plano nacional energético de 2030.

E por anda o Holtz?

A APEL foi ouvi-lo.

Atualmente, ele se divide entre Curitiba e Itaipava, onde mantém uma casa ainda dos tempos em que morava no Rio de Janeiro. Em muitos de seus deslocamentos entre as duas cidades, ele dirige seu próprio carro por às vezes até doze horas, o que faz com muita satisfação.Pai de três filhos homens, agora o Holtz é um feliz avô de um menino e três meninas.



Alberto_Guimaraes  

O  Alberto, natural de Salvador, Estado da Bahia, teve sua vida desde cedo voltada para a energia elétrica. Formou-se, aos vinte e um anos, na sua cidade natal, em engenharia civil e elétrica pela Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, numa época em que era possível graduar-se, ao mesmo tempo, nas duas especializações.

Foi professor de instalações domiciliares elétricas e hidráulicas da Escola Técnica de Salvador e professor da disciplina de transmissão e distribuição de energia elétrica do curso de engenheiros  eletricistas da Universidade Federal da Bahia. Seu primeiro emprego foi na CEEB, empresa americana de energia elétrica de Salvador, onde permaneceu durante vinte anos, chegando a ocupar os cargos de diretor e presidente. Durante esse período, complementou seus estudos na Inglaterra, na Holanda, nos Estados Unidos e no Canadá.

Quando convidado a ocupar o cargo de presidente da COELBA, e não podendo deixar a CEEB, o  Alberto acumulou cargos relevantes em ambas empresas.

Já com larga experiência no setor, o  Alberto ocupou os cargos de diretor e presidente da CHESF, período em que lembra ter recebido na usina de Paulo Afonso o Presidente Geisel e sua família. Ainda nessa época, em que Antonio Carlos Magalhães era presidente da Eletrobras, o  Alberto, grande amigo seu da juventude, recusou um convite dele para diretor da Eletrobras por estar ainda em início de mandato na CHESF, mas deu-lhe grande apoio, funcionando como elo entre ele e o setor.

A convite do Dr. Schulman, Presidente da Eletrobras, mudou-se para o Rio de Janeiro, tendo ocupado cargos de relevância  na própria presidência da Eletrobrás e da Light.

Na Eletrobras, foi o Coordenador Geral da Presidência(COGP), cargo que correspondia ao de um Diretor Administrativo.Na empresa sua atuação foi marcada pela austeridade,correção e competência que sempre caracterizaram a sua carreira.

E por anda o Alberto?

A APEL foi ouvi-lo.

Após sua aposentadoria, no princípio da década de 90, o  Alberto intensificou a atenção a uma atividade que já ocupava seu tempo durante a vida profissional, a marcenaria. Uma oficina completa está instalada em sua residência e de lá saem vários produtos, inclusive brinquedos para seus netos.

Casado há cinquenta e um anos, o  Alberto tem quatro filhos e sete netos.

Fato curioso ocorreu no ano passado, quando o  Alberto completou 80 anos: seu bolo de aniversário, encomendado por sua esposa, tinha o nome das quatro empresas em que ele trabalhou - Light, CEEB, COELBA e CHESF - em cada lado e no centro do bolo o nome da Eletrobras e a figura do Tio Patinhas, personagem de histórias em quadrinhos, famoso por não liberar dinheiro com facilidade.



orcelia  

Nascida em Sabinópolis, Npróxima a Diamantina, Estado de Minas Gerais, ORCÉLIA BARROSO foi ainda pequena para Belo Horizonte, ondeestudou e posteriormente formouse em Serviço Social na PontifíciaUniversidade Católica.

Após intensa atividade na Assistência Social, Orcélia passoua participar dos quadros da CEMIG.

Conhecedor de sua experiência na CEMIG, de intermediação com os sindicatos e da normatização da política de benefícios daquela empresa, o Presidente Mário Bhering levou a Orcélia para a Eletrobrás. Era o ano de 1967, de graves enchentes na cidade do Rio de Janeiro, quando muitos empregados haviam perdido suas casas. A atuação da. Orcélia foi decisiva para prover casas próprias aos desabrigados.

Como os empregados da Eletrobrás, beneficiados inicialmente por uma cooperativa, careciam de complementação à aposentadoria, começou a ser estudada a criação de uma fundação, nos moldes da que já havia na Petrobrás. Com o apoio fundamental do novo presidente da ELETROBRAS, Maurício Schulmann, foi aprovada a criação da Eletros, com a adesão de todos os empregados e diretores da empresa. A Orcélia trabalhou em todas as fases de criação e funcionamento da Fundação. Ela foi Diretora de Bem Estar de setembro de 1971 a março de 1976. Ela considera como sua maior realização profissional o fato de, através da Eletros, ter podido melhorar o nível de vida e a expectativa de futuro dosempregados. Suas melhores lembranças datam dessa época.

Em 1983 a Orcélia cursou a Escola Superior de Guerra e, em 1984, foi convidada para elaborar e coordenar a publicação do Almanaque da ADESG.

Em 1985, quando retornou à Eletrobrás, Orcélia foi indicada pelo Presidente Antônio Carlos Magalhães para trabalhos no âmbito da Presidência, principalmente os ligados às licitações do setor elétrico.

Sua atuação na Presidência da empresa perdurou durante a gestão dos Presidentes Maurício Schulmann e Mário Bhering, quando passou a responder pela Memória da Eletricidade ,onde ficou até 1990, ano em que se aposentou.

E por onde anda a Orcélia?

A APEL foi  ouvi-la.

Em 1993, a Orcélia resolveu fixar residência em Rio das Ostras, onde, até hoje, desenvolve trabalho social junto à terceira idade.Dedica-se, ainda, a publicações relativas àquele município. Em reconhecimento pela sua dedicação, a Orcélia recebeu o Título de Cidadã Riostrense e o Certificado de Mérito da OAB de Rio das Ostras.

Seu outro grande interesse são as viagens.A sensação do dever cumprido é a que se tem ao conhecer melhor a vida da Orcélia. Certamente ela vem contribuindo, em todas as fases da sua carreira profissional e agora também após a  aposentadoria, para melhorar as condições de vida das pessoas ao seu redor.


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APEL Notícias nº 157 Maio/2019


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