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SONHO X REALIDADE

 

Caros associados,

Nosso plano de saúde, administrado pela Eletros, através do Eletros-Saúde, é de imenso valor e utilidade para todos nós assistidos e devemos zelar pela sua sustentabilidade.  

A recente notícia sobre o reajuste de 39,7% da mensalidade para o ano de 2015 demonstra, de fato, o momento delicado que o plano enfrenta devido à elevada sinistralidade observada em 2014.    

Nossos colegas, membros do Conselho Deliberativo da Eletros, acompanharam e participaram junto com a Diretoria da Eletros dos debates e questões que apontaram a necessidade deste percentual de reajuste.    

O reajuste foi elevado, mas infelizmente a verdade é que o Plano de Saúde Assistidos vem, ao longo dos últimos anos, apresentando resultado negativo, com as despesas de assistência médica sempre superando as receitas oriundas das mensalidades.

Somos apenas 1.100 famílias inscritas no plano, um grupo onde mais de 80% das pessoas tem idade superior a 60 anos e com necessidades de assistência médica cada vez maior.

A principal questão é: Para onde vamos? 

O plano não tem adesão de pessoas mais jovens e, em poucos anos, estarão fazendo parte do nosso Plano os colegas que se aposentaram e saíram da Eletrobras através do PID (Plano de Incentivo à Demissão) e que têm uma garantia de cinco anos de assistência médica, paga pela empresa. Este grupo com idade média também elevada vai intensificar ainda mais as despesas assistenciais do Plano.

Nós, que durante muitos anos das nossas vidas, dedicamos tempo e trabalho ao engrandecimento do Sistema Elétrico Brasileiro na "nossa" Eletrobras, sempre acreditando em uma aposentadoria confortável graças ao Plano de Previdência da Eletros e na continuidade da assistência médica através do Eletros-Saúde, criado em 1991 com este objetivo, como estaremos em um futuro próximo?

Tomamos conhecimento de fortes boatos sobre uma possível transferência dos serviços de processamento dos reembolsos de despesas médicas da Eletrobras e do Cepel, do Eletros Saúde para o E Vida, o plano de saúde da Eletronorte.

Caso isso venha a acontecer, será um golpe muito grande para o Eletros Saúde e principalmente para o Plano dos Assistidos, pois as receitas do Eletros-Saúde oriundas  da administração dos Planos dos empregados da Eletrobras e Cepel são fundamentais, ajudando na diluição dos custos administrativos do Plano dos Assistidos,  evitando um aumento ainda maior nas mensalidades do Plano dos Assistidos. 

Esclarecemos que, nós assistidos e os nossos vinculados, diferentemente dos empregados das Eletrobras e do Cepel, caso seja insustentável a nossa permanência no Eletros Saúde, teremos o direito de escolher para onde migraremos.  

No dia 08 de dezembro de 2014, enviamos ao Presidente da Eletrobras uma carta alertando sobre a situação, e estamos aguardando uma resposta.

Estamos tristes, desapontados com o desinteresse daqueles que, hoje na ativa, um dia serão como nós.

Seguimos atuando e dialogando com a Diretoria da Eletros (DEE), em busca de conhecimento e alternativas para enfrentar esta situação.

No dia 16 de dezembro agora,  membros dos nossos Conselhos Deliberativo e Fiscal, em conjunto com a nossa Diretoria, estivemos reunidos na sede da APEL com a Diretoria Executiva da Eletros e o Superintendente do Eletros-Saúde, debatendo as principais questões do Eletros-Saúde e firmando o compromisso de atuação de forma integrada visando apoiar as iniciativas e os interesses comuns. Essas questões continuarão a ser discutidas a fim de encontrarmos uma solução para o problema.

Esta é uma luta de todos, participem, colaborem! Muito obrigado.


José Luiz Ramos Trinta
Presidente da Apel

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APEL Notícias nº 157 Maio/2019


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